{"id":476,"date":"2011-03-26T20:30:04","date_gmt":"2011-03-26T23:30:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.vidaecarreira.com.br\/?p=358"},"modified":"2011-03-26T20:30:04","modified_gmt":"2011-03-26T23:30:04","slug":"funcionarios-altruistas-tendem-a-ser-rejeitados-pelo-grupo-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vidaecarreira.com.br\/home\/2011\/03\/26\/funcionarios-altruistas-tendem-a-ser-rejeitados-pelo-grupo-3\/","title":{"rendered":"Funcion\u00e1rios altru\u00edstas tendem a ser rejeitados pelo grupo"},"content":{"rendered":"<div>\n\u00a0Essa mat\u00e9ria me fez pensar sobre a quest\u00e3o da atitude de um profissional em grupo e quanto a iniciativa deliberada e at\u00e9 o desejo de ajudar outras pessoas da equipe podem ser\u00a0interpretada erroneamente.<br \/>\nUm elemento que queira fazer mais, mesmo sem intens\u00e3o de incomodar ao grupo, apenas para ter mais experi\u00eancia pode se tornar um elemento desagregador, por\u00e9m minha percep\u00e7\u00e3o \u00e9 que essa atitude podesaer interpretada de maneira diferente dependendo da cultura organizacional em que ele est\u00e1 inserido.<br \/>\nVale a pena ler e pensar a respeito.<br \/>\nUm abra\u00e7o,<br \/>\nAdriana Gomes<br \/>\n<!-- FIM TITULO DEFAULT--><\/p>\n<div>\n<div id=\"attachment_305\"><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/blog\/diz-estudo\/files\/2010\/10\/altruista620.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"altruista620\" src=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/blog\/diz-estudo\/files\/2010\/10\/altruista620.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"349\" \/><\/a> Jupiter Images\/Getty Images\u00a0\n<\/div>\n<blockquote><p><strong>T\u00edtulo oficial: <\/strong>The Desire to Expel Unselfish Members From the Group<br \/>\n<strong>Publica\u00e7\u00e3o: <\/strong>Journal of Personality and Social Psychology<br \/>\n<strong>Quem fez:<\/strong> Craig D. Parks e Asako B. Stone<br \/>\n<strong>Institui\u00e7\u00e3o:<\/strong> Washington State University e Desert Research Institute<br \/>\n<strong>Dados de amostragem: <\/strong>140 estudantes, em quatro estudos diferentes<br \/>\n<strong>Resultado: <\/strong>H\u00e1 duas motiva\u00e7\u00f5es diferentes que fazem dos colegas de trabalho altru\u00edstas indesejados. A primeira delas, classificada como mundana, se refere a uma cren\u00e7a de que a pessoa n\u00e3o consegue compreender claramente seu trabalho ou que ela tenha um comportamento imprevis\u00edvel. A segunda, \u00e9 a de que ou esse colega n\u00e3o \u00e9 um bom par\u00e2metro para sua imagem no escrit\u00f3rio ou ele simplesmente n\u00e3o consegue aderir \u00e0s regras locais de comportamento.<\/p><\/blockquote>\n<p>A hist\u00f3ria da ma\u00e7\u00e3 podre que estraga todas as demais dentro do cesto de frutas tamb\u00e9m pode ser usada, com uma invers\u00e3o de pap\u00e9is, para explicar algumas rela\u00e7\u00f5es entre funcion\u00e1rios dentro de uma empresa. Na teoria levantada no estudo <em>The Desire to Expel Unselfish Members from the Group<\/em> (<em>O Desejo de Expulsar Membros Altru\u00edstras do Grupo<\/em>, em tradu\u00e7\u00e3o livre), quem faz o papel de ma\u00e7\u00e3 podre \u00e9 o funcion\u00e1rio altru\u00edsta, que est\u00e1 sempre disposto a ajudar e a ensinar quem quer que seja \u2013 principalmente quando isso n\u00e3o \u00e9 sua obriga\u00e7\u00e3o.<br \/>\nQuanto mais ele se prontifica para afazeres impopulares, mais \u00e9 odiado pelos colegas, criando um clima de competi\u00e7\u00e3o e podendo, at\u00e9 mesmo, \u201ccontaminar\u201d o ambiente de trabalho. Na maioria dos casos, esse funcion\u00e1rio dito altru\u00edsta \u00e9 mal visto pelo resto do grupo, por \u201celevar\u201d o n\u00edvel do trabalho, e corre o risco de ser rejeitado por eles.<br \/>\nO desequil\u00edbrio causado no grupo com a entrada de um funcion\u00e1rio com esse perfil \u00e9 simples. Mais disposto a colaborar, a ajudar e a fazer aquilo que ningu\u00e9m gosta de fazer, ele fica com a imagem de ser mais eficiente que os demais \u2013 o que pode irritar alguns. \u201cEsses indiv\u00edduos generosos acabam fazendo com que os demais fiquem mal vistos no ambiente de trabalho\u201d, afirmam Craig Parks e Asako Stone, autores do trabalho. De acordo com os dois, no conv\u00edvio corporativo se espera uma participa\u00e7\u00e3o igualit\u00e1ria entre todos os membros, mesmo que algum deles seja capaz de mais. Al\u00e9m de deixar o lugar mais homog\u00eaneo e menos competitivo (pelo menos na teoria), essa linearidade tamb\u00e9m seria a respons\u00e1vel por amenizar defeitos, falhas e limita\u00e7\u00f5es de algumas pessoas.<br \/>\nSegundo a pesquisa, durante um dilema social \u00e9 bastante comum que os envolvidos acabem se esquecendo dos seus objetivos e se foquem apenas em avalia\u00e7\u00f5es pessoais um dos outros. Por isso, a ma\u00e7\u00e3 podre daquele grupo pode acabar sendo expulsa da cesta de frutas. Para Parks e Stone, essa \u00a0poss\u00edvel expuls\u00e3o acontece por dois motivos b\u00e1sicos. Sem a figura que eleva o n\u00edvel do trabalho, acaba a necessidade de competi\u00e7\u00e3o. A segunda delas, no entanto, diz respeito \u00e0s normais internas. Algu\u00e9m que coloca em risco as regras preestabelecidas e que tem id\u00e9ias para mud\u00e1-las \u00e9 um perigo que deve ser descartado.<br \/>\n\u00a0Publicado originalmente em Veja on line\u00a0 em 29\/10\/2010\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0Essa mat\u00e9ria me fez pensar sobre a quest\u00e3o da atitude de um profissional em grupo e quanto a iniciativa deliberada e at\u00e9 o desejo de ajudar outras pessoas da equipe podem ser\u00a0interpretada erroneamente. 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